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Inspirações para 2017

Queridos que me lêem, gostaria de em primeiro lugar desejar um ano novo repleto de coisas boas, muito trabalho e sucesso! E compartilhar com vocês algumas historias inspiradoras de empreendedores de sucesso. Para que todos possam ver que na adversidade somos melhores! A matéria original é da revista exame, link abaixo.

Quando olhamos pessoas de sucesso, milionária, cheia de bens materiais, imaginou que para eles a vida é fácil, ou foi fácil. Tudo tem uma dedicação e merecimento! Segue 4 histórias inspiradoras!

• 1. Alberto Saraiva (Habibs)

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Os pais de Alberto Saraiva, fundador da rede Habib’s, moravam em uma pequena aldeia de Portugal, chamada Veloza. Apesar de não passarem fome, viviam em uma casa sem geladeira, construída por pedra sobre pedra, com fogão à lenha. Procurando uma vida melhor, eles resolveram ir ao Brasil. A mãe de Saraiva estava grávida e decidiu embarcar no navio apenas depois que seu filho nascesse, em 1953 – por isso, Saraiva é português.

Sem emprego garantido, a experiência na capital de São Paulo foi dura. O pai de Saraiva resolveu se mudar para o interior, perto do Paraná, e lá revendia doces comprados na capital. Nas negociações, o filho era levado junto, e até participou de algumas. Aos 17 anos, Saraiva resolveu se mudar para São Paulo e tentar passar no curso de medicina. Ele estudava em uma escola estadual e fazia cursinho ao mesmo tempo. Um tempo depois a família resolveu acompanhá-lo, e eles moravam em uma casa no bairro do Pari, em cima de um boteco.

No terceiro ano de tentativa, Saraiva finalmente passou no vestibular. Seu pai, que administrava uma padaria, pagava os estudos. Até que, um dia, o futuro empreendedor de 20 anos descobriu que o pai tinha sido assassinado em um roubo no estabelecimento. Arrasado, Saraiva assumiu a padaria, mas a localização era ruim e os fornecedores o enganavam. Desabafando com um taxista, ouviu dele o que seu pai sempre dizia: nunca desistir. A partir daí, Saraiva se esforçou para entender mais do negócio. Colocou os preços lá embaixo, para atrair clientela. No fim, a padaria se tornou a melhor do bairro, e essa estratégia é usada ainda hoje no Habib’s. Saraiva passou um tempo conciliando diferentes comércios e a medicina, mas preferiu a primeira opção. Um dia, um senhor idoso veio pedir emprego ao empreendedor, contando que sabia fazer diversas comidas árabes. Saraiva contratou-o e aprendeu mais dessa culinária; em um papel, escreveu tudo que o brasileiro mais aceitava e usou sua filosofia do preço baixo. Em 1988, negociou um imóvel e abriu sua primeira unidade do Habib’s. Esse foi o começo da enorme rede de cozinha árabe.

• 2. Jan Koum (WhatsApp)

(David Ramos/Getty Images)
Com a aquisição do WhatsApp pelo Facebook, a história do seu fundador, Jan Koum, tornou-se mais conhecida. O empreendedor nasceu em um pequeno vilarejo na Ucrânia em 1976, sendo o único filho de uma dona de casa e um gerente de construção. Impulsionados pelo ambiente político instável e pelo sentimento antissemita, a família se mudou para Mountain View, na Califórnia – mas o pai de Koum faleceu antes de poder realizar a viagem.

Pela assistência governamental, o jovem Koum, de 16 anos, e sua mãe conseguiram um pequeno apartamento. Ela era babá e ele era responsável por limpar o chão de uma loja (além de cursar o colegial). Comprou seu primeiro computador aos 19 anos, e já tinha aprendido a usá-lo no ano anterior, comprando manuais usados de uma livraria.

Koum trabalhou por nove anos no Yahoo!, na área de anúncios – um trabalho que ele considera “depressivo”. Nele, porém, conheceu seu futuro parceiro de negócios: Brian Acton. Já com reservas financeiras, Koum saiu do Yahoo! e passou alguns anos em viagem. Em 2009, ele comprou um iPhone e desenvolveu um aplicativo de mensagens por estar frustrado com a proibição de ligações dentro da academia que frequentava e com o esquecimento frequente de sua senha no Skype, diz o Mashable. Seu tempo no Yahoo! também teria influenciado a decisão de não incluir anúncios no serviço. Quando o WhatsApp ainda não tinha se popularizado, Koum chamou Acton para ser seu sócio – nenhum dos dois tinha sido aceito numa vaga anunciada pelo Facebook. Alguns anos depois, o aplicativo dos dois se tornaria uma sensação, atraindo o interesse até mesmo da companhia que os havia recusado. Para assinar o contrato de aquisição do WhatsApp pelo Facebook, Koum escolheu o mesmo local onde ficava na fila para coletar os “food stamps” (uma espécie de vale-alimentação).

• 3. J. K. Rowling (Harry Potter)

(Chip Somodevilla/Getty Images)

Joanne Rowling (1965) sempre gostou de ler. Sua paixão pela leitura influenciou sua escolha de carreira: aos seis anos, escreveu seu primeiro livro – “Rabbit”, a história de um coelho. Ela sempre soube que queria ser escritora, porém seus pais esperavam que ela tivesse uma carreira mais segura. J.K. Rowling se formou em letras clássicas.
Sete anos depois, a futura escritora passava por um período sombrio: divorciada, desempregada, com uma filha pequena para cuidar e “o mais pobre possível sem ser uma sem-teto”.

Em cafés, escrevia o rascunho de um livro enquanto seu bebê cochilava. Essa obra viria a ser o primeiro livro da série Harry Potter. Após completar o manuscrito, mandou-o para 12 editoras diferentes, e todas o recusaram. Até que, em 1996, a editora Bloomsbury fez uma oferta e publicou “Harry Potter e a Pedra Filosofal”.
Todos os livros da série foram best-sellers e Rowling é, hoje, uma das mulheres mais ricas do Reino Unido. Até hoje, J.K. Rowling é grata por sua época de fracasso – caso ela tivesse uma carreira estável, não teria tido incentivo suficiente para seguir o que realmente amava: escrever.

• 4. Steve Jobs (Apple)

(Justin Sullivan/Getty Images)

Steve Jobs, ícone do empreendedorismo, nasceu no ano de 1955 em San Francisco, na Califórnia – uma área que logo seria conhecida como Vale do Silício.
Filho de dois estudantes, Jobs foi colocado para adoção quando nem nome tinha. Sua nova família era formada por uma contadora e um modificador de veículos. Ele, que se chamava Paul Jobs, ensinou o filho a montar e desmontar eletrônicos, um hobby que inspiraria muito o futuro fundador da Apple.

Na escola, Steve Jobs não se sentia motivado – um momento marcante, porém, foi quando conheceu o colega Steve Wozniak, que também se interessava por tecnologia.
Depois de entrar na faculdade, largá-la, conseguir uma vaga de designer de jogos na famosa Atari e realizar uma viagem espiritual pela Índia, Jobs e Wozniack se reencontraram.

Os dois colegas usaram a garagem da casa de infância de Steve Jobs para fundar a Apple Computer, em 1976 – ainda que Wozniack afirme que nada foi realmente desenvolvido lá. O investimento inicial foi obtido com a venda de uma Kombi, por parte de Jobs, e de uma calculadora HP, por parte de Wozniak.
Esse foi o começo da história de um empreendedor que rendeu muitas polêmicas e que revolucionou o mercado da tecnologia.

O mercado de luxo está em constante mutação e nós devemos estar preparados para que quando a oportunidade chegar, possamos agarrá-la com unhas e dentes e poder crescer e viver num mercado tão seleto como o de luxo!

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