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Entenda a Escoliose!

Nossa coluna possui curvaturas que são anatômicas, a lordose e a cifose; já a escoliose é uma curvatura anormal onde ocorre uma curva para direita ou esquerda, em “S” ou “C’”, normalmente não é perceptível e na maioria dos casos assintomática, tornando visível apenas quando progride muito.

A escoliose é seis vezes mais frequente em meninas do que em meninos. Não possui origem conhecida, mas sabe-se que é devida a uma malformação nas cartilagens de crescimento das vértebras, sendo por esse motivo que o diagnóstico é realizado geralmente na adolescência, quando ocorre o período de maior crescimento.

 Os principais tipos de escoliose com suas causas são:

– Escoliose idiopática: é a mais frequente na população. Sua causa é desconhecida;

– Escoliose congênita: é a escoliose de nascença. Caracterizada por problemas de formação das vértebras (ossos da coluna vertebral) ou fusão de costelas durante o desenvolvimento do feto – ou recém-nascido;

– Escoliose neuromuscular: a causa pode envolver fraqueza muscular ou mesmo paralisia em decorrência de doenças.

Os sinais que podem indicar uma escoliose são os ombros ou quadris, nitidamente assimétricos; cintura desigual; corpo com inclinação maior para um lado, eventual desconforto muscular e perna que parece menor que a outra.

O ângulo desta curvatura é que definirá o tratamento, sendo acima de 40° cirúrgico.  Geralmente os pacientes com curvas entre 10 e 20 graus são observadas. O tratamento multidisciplinar, visando a melhora da postura, é o mais indicado, associando atividade física, RPG, quiropraxia, fisioterapia, fortalecimento muscular e alongamentos.

É importante, por meio de exames de imagem, o acompanhamento da evolução da curva, para ver se há avanço da escoliose.

 

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