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FASCINATOR…

O acessório teve seu auge no início do século XXVI na Europa, principalmente na Espanha, França e Inglaterra onde a nobreza ostentava riqueza e luxo. Era acessório produzido com materiais nobres, tecidos, sedas, telas, plumas e pedrarias de altíssimo valor agregado. Afinal era para ostentar e as peças mais pareciam coroas.

Também chamados mais tarde de “Casquetes” nos países latinos sempre tiveram forte ligação com a riqueza e o luxo. Afinal para adquirir tais peças era caríssimo e existiam poucos estilistas na época. Nunca foi artigo de chapelaria mas sim de alta-costura e ao ser usado valoriza qualquer roupa e glamoriza o visual.

Servia como uma espécie de peça que marcava e demonstrava a sociedade que sua usuária era nobre e rica.

Nas noites de festa nos grandes salões era uma verdadeira competição para quem tivesse o fascinator mais caro e volumoso. Quanto maior mais nobre. Uma peça que praticamente fazia de suas medidas grau de importância.

Peça de rainhas e de condessas, de nobres e também usadas pelas artistas e dançarinas da noite porém bem mais simplórias.

Do Século XXVI para cá sempre foi peça usada para causar. Novamente teve um grande auge lá pelos anos 1900. As americanas e inglesas não viviam sem seus fascinator. Nos EUA era peça mais relacionada aos artistas da época. Os filmes de época mostram peças lindas e de valor como por exemplo o filme “Titanic”.

Saltando para 1930 as bailarinas de “can can” e na Follie Berger francesa usavam fascinator sobre seus cabelos com corte “A La Garçone”, chanels curtíssimos e com franjas muito retilíneas, batons muito vermelhos e roupas com movimento.

Muitas pessoas vinculam a peça a festas de casamento e também aos vestidos de noiva. Sim por um período foram incluídas no visual noiva. Mas nobres por todo mundo sempre fizeram o uso da peça. Visto que quem popularizou a peça e criou em muitas pessoas uma forma diferente de vê-la inclusa num visual bem mais moderno foi a bela Kate Middleton a Duquesa de Cambrige.

A bela surgia a cada flash com um modelito mais chamativo e diferente e muitas vezes complementando um vestido leve e bem cortado e sem nenhum acessório, e fez dele um ícone e deu a muitas mulheres uma imagem diferenciada. Que tudo se pode quando se sabe ter atitude.

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