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A paz e o amor

Dois sentimentos que se confundem, se completam. Quando tentamos externar em palavras o que e eles nos trazem, fica complicado não utilizar um para justificar o outro. Leves de sentir, nos saúdam com sua generosidade e bem-estar, nos deixando naturalmente confortáveis.

Irmãos siameses da alegria, a paz e o amor se expressam através do nosso estado de permissão. É quando cultivamos a presença de espírito, atuando com empatia e graça em nossas relações. Quando aceitamos nosso lado sombrio, nossos defeitos, más tendências e fraquezas – e trabalhamos em favor de nós mesmos para a mudança. É quando liberamos a rigidez que comanda nossas ações e pensamentos, enxergando seres realmente humanos em nossa convivência. Quando nos empoderamos da autorresponsabilidade, deixando de projetar no outro nossas frustrações e conquistas. É quando buscamos nos tornar conscientes de nosso propósito.

Estar em paz e amor conosco mesmos é o início de uma confusão mental. De uma bagunça amorosa em nosso ser. De uma aceitação generosa. De uma liberação de crenças. De uma liberdade genuína.

Basta uma pausa. Uma respiração mais profunda. Um olhar mais apurado. Mais indulgência com nós mesmos. Menos julgamento. Calma ao ouvir. Lisura no empreender. Liberdade ao agir. Empatia na convivência. Verdade ao falar. Amor ao agir.

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