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A OTIMIZAÇÃO DA VIDA

A liberdade que temos de fazermos escolhas a todo o tempo – o justo livre arbítrio, nos faz seres singulares e ativos, donos de nosso destino, protagonistas da nossa felicidade.

É nossa escolha ficar ou partir, colaborar ou ficar estagnado, descansar ou insistir, progredir ou parar. Podemos continuar da maneira que estamos – ou que sempre fomos, afinal a fórmula tem dado certo e arriscar-se dá trabalho! (…)

O fato é de que nossas escolhas e os riscos que acolhemos, resultam em consequências – impossível fugir disso. É a lei de ação e reação mostrando a que veio.

Então, em busca das melhores escolhas, vamos passando nossos dias: uns com mais atuação, outros menos relevantes, outros mais conscientes, alguns menos enfáticos. Cada novo dia pressupõe novas escolhas, novos inícios, novo tempo para otimizar. E também novas consequências, afinal, o dia seguinte é o aluno do dia anterior, já lembrava-nos a cultura greco-romana.

Já escrevi aqui sobre a riqueza que é possuir tempo. Um tempo de qualidade, então, é raridade. Mas, voltando ao foco das nossas escolhas, é indiscutível a dádiva que recebemos a cada novo dia – a oportunidade de escrevermos um novo destino. De nos desapegarmos de conceitos, planos, pessoas e conceitos ultrapassados. Um novo dia é a oportunidade de otimizarmos nossa vida, atuarmos com consciência e esmero, dedicando nosso foco e energia a buscarmos o que nos falta, ou nos completa, ou nos transborda.

Uma vez com as nossas necessidades básicas atendidas, passamos a buscar o atendimento de novas necessidades: emerge o interesse por viajar e conhecer outras culturas. Escapar da rotina e descansar a mente da pressão, através de novas formas de utilização do tempo. Surge aí a essencial atuação do Turismo: um fenômeno que supre necessidades inerentes ao ser humano, como um instrumento eficiente que provoca a absorção do conhecimento e a superação do desconhecido, sacia a sede do diferente e o desejo pela aventura, e acalma a ansiedade – tão comum no cotidiano. O Turismo pode ser a ponte entre o indivíduo e a interação com seu mundo.

“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não só por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver…” (Mar sem fim, Amyr Klink)

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